12 de setembro de 2010
8 de setembro de 2010
Mais uma corrida, mais uma viagem...!

Temos uma Feira do Livro, um concurso de cultura geral, tudo com fundo sonoro de poesia dita e cantada...
A animação depende dos visitantes. Não faltes!
(Fotografia de Mª Manuel Carvalhais: Exposição «Sem rede», de Joana Vasconcelos)
28 de agosto de 2010
26 de julho de 2010
Feeling like...

Tantas perguntas e taaaannnta preguiça...!
Boas férias, sim? Fecha o quiosque para descanso do pessoal. That's all for now, folks! See you soon!
21 de julho de 2010
Cuidado com a Língua! - 4

Por exemplo, nesta frase: «Aquilo já estava a ficar complicado e ele
A forma correcta é «interveio», terceira pessoa do singular do pretérito perfeito.
É que o verbo «intervir» conjuga-se como «vir», é um seu composto (inter + vir) e não como «ver»...
Assim, o pretérito perfeito deste verbo é o seguinte:
eu intervim (eu vim)
ele interveio (ele veio)
nós interviemos (nós viemos)
vós interviestes (vós viestes)
eles intervieram (eles vieram)
Assim, temos, por exemplo:
Será que interviemos a tempo de evitar que se enganasse com este verbo enganador...?
16 de julho de 2010
Desabafo do dia mau

E se o dia se apresenta feio,
Se as horas pesam e duram,
Se a face se ruboriza
Do pejo de não me ser mais capaz
(agramatical e assumido),
Se a frustração, enfim,
Maligna, se insinua,
Só a arte redime e compensa
Ou a Natureza,
Em equivalência bela,
Calmante…
Alguém, um dia, me perguntou sobre esta vista da minha janela laboral: tu trabalhas no paraíso?!
Há momentos, como hoje, em que preciso, com urgência e força, de lembrar-me disto...
15 de julho de 2010
Os nossos melhores leitores adultos e outras coisas que quero dizer
Desta vez o post vai assinado por mim, professora bibliotecária desta escola, porque o quero pessoal e transmissível e assumidamente meu, com toda a carga de subjectividade dos julgamentos proferidos.
Quero falar da surpresa que foi, talvez apenas porque este ano estive mais atenta ao facto, verificar que, entre o público adulto da nossa comunidade escolar, os melhores frequentadores / leitores da biblioteca são os assistentes operacionais! São eles e não os senhores professores – será porque estes possuem melhores bibliotecas em casa, porque têm maior poder de compra e adquirem tudo o que querem ler? – que vêm e pedem sugestões de leitura e discutem autores e requisitam livros e os devolvem trocando impressões sobre a leitura e requisitando novos títulos. E é por isso que sei do grande gosto da D. Emília pelos romancistas portugueses, sobretudo pela prosa rica de Camilo, do gosto do Sr. Carlos pelos álbuns do Astérix, da incursão da D. Cândida pelo mundo fantástico de Isabel Allende, da boa surpresa que constituiu para a D. Paula o Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, da descoberta bem humorada do Menino Nicolau pela D. Margarida, etc, etc, sendo que nos etc incluo todos os casos que testemunhei e sei mas que a memória não registou com pormenor passível de menção.
Isto para não falar nas “minhas” duas funcionárias colaboradoras que devoram (por mim e com bastante agrado) os títulos de literatura juvenil, colocando-se nas melhores condições de aconselharem os nossos leitores mais novos.
Gostei! É com um grande sorriso de muito agrado que registo estes factos. E só espero, modestamente o digo, que possamos continuar a dar resposta a esta motivação que tanto me apraz assinalar!
E já agora, que falamos de assistentes operacionais, alguém já reparou no primor dos canteiros do nosso jardim?! Estes e outros pequenos / grandes arranjos têm estado na mão do Sr. José Paulo que, segundo parece, por estar aqui colocado temporariamente pelo IEFP, não permanecerá connosco no próximo ano! É uma pena. A equipa da biblioteca só tem a dizer bem do seu desempenho, tanto no que respeita a disponibilidade, como no que se refere a atenção, qualidade do trabalho e educação e, por isso, gostaria de poder continuar a contar com ele. Os “empregadores”, temporários ou não, deveriam ter uma palavra a dizer nestas situações , não vos parece?
Maria Manuel
Ilustração: quadro de Picasso, Lermos os dois
12 de julho de 2010
Cuidado com a língua! - 3

Tu hás-de
Ele há-de
Nós havemos de
Vós haveis de
Eles hão-de
7 de julho de 2010
6 de julho de 2010
Mais um adeus

«A sua estreia na literatura teve lugar em 1943 com "A Garrana", uma história sobre a eutanásia com a qual venceu o concurso "Procura-se um Novelista", do jornal “O Século”, em cujo júri de encontrava Aquilino Ribeiro. Para o público adulto escreveu também "Estrada Sem Nome", obra galardoada num concurso de contos da Faculdade de Letras, "Praia Nova", "O Chão e as Estrelas" e "Voz Nua".Na literatura para crianças, o primeiro título publicado foi "O Livro da Tila" (1957) - escrito nas viagens de comboio entre Lisboa e Portalegre, onde leccionava, e cujos poemas foram musicados por Lopes Graça. Seguiram-se "O Palhaço Verde", "História de um Rapaz", "O Sol e o Menino dos Pés Frios", "O Reino das Sete Pontas", "História de uma Flor", "O Gato Dourado", "As Botas de Meu Pai", "As Fadas Verdes" e "Segredos e Brincadeiras" e os mais recentes "A saquinha da flor" e "Lucilina e Antenor", entre cerca de 40 títulos. Com ela colaboraram várias gerações de ilustradores portugueses, de Maria Keil a Gémeo Luís e a João Fazenda.Em 2009, foi publicada a obra "Matilde Rosa Araújo - um olhar de menina", uma biografia romanceada da escritora com texto de Adélia Carvalho e ilustração de Marta Madureira. Membro da Sociedade Portuguesa de Escritores (actual APE), Matilde Rosa Araújo ocupava um cargo directivo quando, em 1965, a instituição premiou o angolano José Luandino Vieira, então preso no Tarrafal, o que levou a PIDE a invadir as instalações e a demitir a direcção».

