25 de janeiro de 2011
12 de janeiro de 2011
10 de janeiro de 2011
O FILME DO DESASSOSSEGO
Vai estar em exibição, no teatro de Vila Real, no dia 20 de Janeiro, quinta-feira, em duas sessões: uma às 15h00, principalmente dedicada a estudantes e com direito a conversa com o realizador João Botelho, outra às 22h00. Em qualquer dos casos, os bilhetes para estudantes custam só 5 euros e é uma oportunidade única, pois este filme tem uma distribuição muito especial e não se encontra nas salas de cinema habituais.
S I N O P S E
Serei sempre da Rua dos Douradores, como a humanidade inteira.
Bernardo Soares, O Livro do Desassossego.
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.
NOTA DO REALIZADOR
O LIVRO DO DESASSOSSEGO, “composto” por um misterioso e modesto ajudante de guarda livros de nome Bernardo Soares, heterónimo de Fernando Pessoa, está traduzido em 37 idiomas e espalhado pelo mundo inteiro. É o livro mais lido e divulgado do poeta, essa labiríntica e inigualável aventura literária. Nunca houve um génio criador que se identificasse tanto com o coração da cidade que o viu nascer, que coincidisse quase em absoluto com o emaranhado de ruas que calcorreou e descreveu como ninguém, com a infinidade de gentes com quem se cruzou e que descreveu com “o olhar de Deus”, numa Lisboa centro de um mundo sem centro. Não é assim o mundo hoje? (Ler mais...)
a
FICHA TÉCNICA
FILME DO DESASSOSSEGO
Uma Produção de Ar de Filmes
Filme apoiado pelo :
Ministério da Cultura/ICA
Câmara Municipal de Lisboa
Fundação Calouste Gulbenkian
Rádio e Televisão de Portugal
Com:
Cláudio da Silva
e
Alexandra Lencastre
Ana Moreira
André Gomes
António Pedro Cerdeira
Carlos Costa
Catarina Wallenstein
Dinis Gomes
Filipe Vargas
José Eduardo
Luísa Cruz
Manuel João Vieira
Marcello Urgeghe
Margarida Vila-Nova
Miguel Guilherme
Miguel Moreira
Mónica Calle
Paulo Filipe
Pedro Lamares
Ricardo Aibéo
Rita Blanco
Rui Morisson
Sofia Leite
Suzana Borges
Adaptado de : “Livro do Desassossego” de Bernardo Soares/Fernando Pessoa
Com música de:
Caetano Veloso
Carminho
Lula Pena
Ricardo Ribeiro
e
Ópera “Marcha fúnebre para o rei Luís Segundo da Baviera” de Eurico Carrapatoso
Com interpretação de:
Angélica Neto
Elsa Cortez
Fotografia: João Ribeiro
Som: Francisco Veloso
Direcção Artística: Sílvia Grabowski
Caracterização: Sano de Perpessac
Montagem: João Braz
Mistura de Som: João Eleutério e Paulo Abelho
Assistência de Realização: Paulo Guilherme
Direcção de Produção: Diana Coelho
Produtor: Alexandre Oliveira
Argumento e Realização: João Botelho
Uma Produção de Ar de Filmes
Filme apoiado pelo :
Ministério da Cultura/ICA
Câmara Municipal de Lisboa
Fundação Calouste Gulbenkian
Rádio e Televisão de Portugal
Com:
Cláudio da Silva
e
Alexandra Lencastre
Ana Moreira
André Gomes
António Pedro Cerdeira
Carlos Costa
Catarina Wallenstein
Dinis Gomes
Filipe Vargas
José Eduardo
Luísa Cruz
Manuel João Vieira
Marcello Urgeghe
Margarida Vila-Nova
Miguel Guilherme
Miguel Moreira
Mónica Calle
Paulo Filipe
Pedro Lamares
Ricardo Aibéo
Rita Blanco
Rui Morisson
Sofia Leite
Suzana Borges
Adaptado de : “Livro do Desassossego” de Bernardo Soares/Fernando Pessoa
Com música de:
Caetano Veloso
Carminho
Lula Pena
Ricardo Ribeiro
e
Ópera “Marcha fúnebre para o rei Luís Segundo da Baviera” de Eurico Carrapatoso
Com interpretação de:
Angélica Neto
Elsa Cortez
Fotografia: João Ribeiro
Som: Francisco Veloso
Direcção Artística: Sílvia Grabowski
Caracterização: Sano de Perpessac
Montagem: João Braz
Mistura de Som: João Eleutério e Paulo Abelho
Assistência de Realização: Paulo Guilherme
Direcção de Produção: Diana Coelho
Produtor: Alexandre Oliveira
Argumento e Realização: João Botelho
6 de janeiro de 2011
CUIDADO COM A LÍNGUA - 7

ALCOOLEMIA
Em época de festas, como a que passámos recentemente, causa sempre grande preocupação esta questão da alcoolemia, devido aos acidentes de viação que pode provocar.
Alcoolemia é uma palavra formada de «álcool» e «-emia», sufixo de origem grega que exprime a ideia de sangue. Alcoolemia é o estado do sangue que contenha álcool, a quantidade de álcool no sangue.
Palavras com o mesmo elemento de formação são, por exemplo, «glicemia», presença de glicose (açúcar) no sangue; «leucemia», doença caracterizada por um grande aumento de glóbulos brancos no sangue.
Todas elas são palavras graves quanto à acentuação, ou seja, a sua sílaba tónica, a que se pronuncia com mais força, é «mi». É errado pronunciar alcoolémia, embora se ouça muitas vezes a palavra dita assim, até na televisão!
3 de janeiro de 2011
Concurso «País Mistério»
Cá estamos, de novo.
Para saberes os resultados do mês de Dezembro, consulta os comentários da publicação desse mês aqui.
Bons jogos! Boas pesquisas! Bom ano!!!
21 de dezembro de 2010
P A R T I L H A
Poema de Natal que alguém partilhou comigo e que, por minha vez, vos deixo, porque da partilha de coisas bonitas se faz esta quadra. Bom Natal!
aaaaaaa Não digo do Natal – digo da nata
aaaaaaa do tempo que se coalha com o frio
aaaaaaa e nos fica branquíssima e exacta
aaaaaaa nas mãos que não sabem de que cio
aaaaaaa nasceu esta semente; mas que invade
aaaaaaa esses tempos relíquidos e pardos
aaaaaaa e faz assim que o coração se agrade
aaaaaaa de terrenos de pedras e de cardos
aaaaaaa por dezembros cobertos. Só então
aaaaaaa é que descobre dias de brancura
aaaaaaa esta nova pupila, outra visão,
aaaaaaa e as cores da terra são feroz loucura
aaaaaaa moídas numa só, e feitas pão
aaaaaaa com que a vida resiste, e anda, e dura.
Pedro Tamen
16 de dezembro de 2010
Eles brilharam...!

Aderiram em grande número ao «Concurso de Ditado» e, só por isso, já estão todos de parabéns!
E os premiados foram:
1º lugar: Cláudia Pereira, nº10, 7ºC
2º lugar: Daniel Fernandes, nº11, 7ºC
3ºlugar, ex aequo: Filipe Barbosa, nº13, 7ºC e Paulo Rodrigues, nº21, 7ºC
Os prémios virão no fim do ano!
Muitos PARABÉNS!!!
13 de dezembro de 2010
10 de dezembro de 2010
DIREITOS HUMANOS A memória é importante!
Henrique VIII é um dos mais conhecidos e venerados reis ingleses, afamado principalmente pelo número de esposas que tomou: seis! Para a sua “boa” reputação entre nós muito terá contribuído uma série televisiva da BBC – Os Tudors – em que aparece representado por um belo actor, sempre suficientemente jovem e atraente para esconder a corpulência e a decrepitude que cedo se apossou do monarca e para manter em alta a simpatia dos espectadores, sobretudo do sexo feminino.
A verdade, lamentável, é que este rei foi um déspota que exerceu com grande perversidade um poder absoluto e completamente arbitrário sobre o seu povo e a corte que o rodeava. Entre as vítimas que pagaram com a vida as vontades inconsistentes do soberano, estão duas das suas mulheres, ministros, conselheiros, amigos…
Tendo visitado, recentemente, alguns dos locais relacionados com estes lamentáveis acontecimentos, quis evocar este exemplo no Dia dos Direitos Humanos. A porta da prisão da Torre de Londres, representada em baixo, foi atravessada por diversos inocentes num só sentido! Morreram por discordarem de quem os governava!
A verdade, lamentável, é que este rei foi um déspota que exerceu com grande perversidade um poder absoluto e completamente arbitrário sobre o seu povo e a corte que o rodeava. Entre as vítimas que pagaram com a vida as vontades inconsistentes do soberano, estão duas das suas mulheres, ministros, conselheiros, amigos…
Tendo visitado, recentemente, alguns dos locais relacionados com estes lamentáveis acontecimentos, quis evocar este exemplo no Dia dos Direitos Humanos. A porta da prisão da Torre de Londres, representada em baixo, foi atravessada por diversos inocentes num só sentido! Morreram por discordarem de quem os governava!
A não esquecer: o poder deve ser partilhado por muitos, controlado por ainda mais. Democracia sempre!
(Fotografia de Mª Manuel Carvalhais)
7 de dezembro de 2010
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